domingo, 27 de setembro de 2009

O Que é o Conceito de Ecumenismo

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O Que é o Conceito de Ecumenismo?


Ecumenismo


O Que é o Conceito de EcumenismoEcumenismo é o processo de busca da unidade. O termo provém da palavra grega "oikos" (casa), designando "toda a terra habitada". O movimento ecumenista são os esforços em favor da unidade entre igrejas cristãs. O ecumenismo busca a unidade entre as religiões. Pode-se empregar também o termo "macro-ecumenismo".

A definição do ecumenismo é o movimento que visa à unificação das igrejas cristãs, sendo católica, ortodoxa e protestante. O ecumenismo busca a aproximação, a cooperação, a fraternidade superando as divisões entre as diferentes igrejas cristãs.

Do ponto de vista do Cristianismo, pode-se dizer que o ecumenismo é um movimento entre diversas denominações cristãs na busca do diálogo e cooperação comum, buscando superar as divergências históricas e culturais. Segundo a Igreja Evangélica Luterana do Brasil, o termo ecumênico quer que a Igreja de Cristo vá além das diferenças geográficas, culturais e políticas entre diversas religiões e denominações. Nos ambientes cristãos, a relação com outras religiões costuma-se denominar diálogo inter-religioso.

A História do Termo Ecumenismo


No mundo grego, ecumenismo tinha o sentido de "povo civilizado", de cultura aberta, tanto com uma perspectiva geográfica, como de civilização. Com as conquistas do império romano, o termo ecumenismo ganha mais uma conotação antes das anteriores, a conotação política. Já no cristianismo, a palavra ecumenismo é utilizada numa perspectiva espiritual: a "terra habitada": passa a ser considerada obra de Deus, tornada habitável pela colaboração humana. Assim, ecumenismo assume a conotação de uma tarefa a realizar.

Em 381, o Concílio de Constantinopla refere-se ao Concílio de Niceia como Concílio Ecumênico. A palavra ecumênico refere-se tanto à reunião de pessoas de distintos lugares, quanto à doutrina e costumes eclesiásticos aceitos como norma para toda a Igreja Católica. Após o império romano, o termo ecumenismo deixa de ter as conotação política e passa a ser utilizado na Igreja. Por exemplo, o Credo Niceno Constantinopolitano é considerado ecumênico por ser a profissão de fé aceito por todos os cristãos.

A raiz do ecumenismo moderno inicia-se com as missões protestantes. O grande impulsionador dessas missões foi William Carey que propôs a cooperação entre os cristãos para fazer frente à evangelização de um mundo cada vez maior a ser cristianizado. Mas o termo ainda tem conotações geográficas, enquanto busca a unidade em vista da expansão do Evangelho.

A partir dos movimentos Fé e Constituição e Vida e Ação, o termo ecumenismo espalhou-se nos ambientes eclesiais como o relacionamento entre as igrejas cristãs divididas na direção de superar as divergências teológicas, de aproximar os cristãos das diversas denominações e cooperar com a paz mundial.

A História do Movimento Ecumênico


Com a fragmentação do Protestantismo em 1846, foi criado em Londres a Aliança Evangélica, congregando diversas igrejas. Na primeira reunião da Aliança Evangélica em Londres o pastor calvinista ressalta o “espírito ecumênico”.

Surgem na segunda metade do século XIX as associações mundiais leigas de jovens, que ajudaram o desenvolvimento do ecumenismo. A primeira reunião “ecumênica” dessas associações foi a Associação Cristã de Moços, criada em Londres em 1844, por George William, que se espalhou pelo mundo e organizou-se em uma Associação Mundial a partir de 1855. A Associação Cristã Feminina, também em Londres, foi criada em 1855. Outras organizações também tiveram sua importância: Movimento de Estudantes Voluntários para as Missões Estrangeiras, de 1886, e a Federação Mundial de Estudantes Cristãos, de 1895, ambos organizados por John Raleigh Mott, que foi um grande líder das iniciativas ecumênicas.

Em 1908, os anglicanos Spencer Jones e Lewis Thomas promoveram oito dias de oração pela unidade dos cristãos entre 18 de janeiro (festa da cátedra de Pedro) e 25 de janeiro (festa da conversão de Paulo). Posteriormente, Watson converteu-se ao catolicismo e foi instituído na Igreja Católica a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos neste mesmo período.

Em 1905, foi criado nos Estados Unidos o Conselho Nacional das Igrejas.

O marco do ecumenismo foi na Conferência Missionária Mundial, em Edimburgo (Escócia 1910), onde foi buscado a unidade entre as igrejas cristãs. Esse evento foi idealizado e realizado por John Mott. John Mott conclamava os líderes do protestantismo para a necessidade de cooperação entre as igrejas no campo missionário, para além das diferenças confessionais. A Conferência resultou em dois congressos posteriores, em Estocolmo, em 1925 e Oxford em 1939. A partir de então floresceram diversas iniciativas ecumênicas: a criação do Conselho Internacional de Missões (1921), o Conselho Universal da Vida e do Trabalho (Estocolmo, 1925) e o Conselho Mundial Fé e Ordem (Lausanne, 1927), que estavam criando um organismo internacional das igrejas cristãs.

Em 1948, foi criado o Conselho Mundial das Igrejas - CMI, runindo 197 denominações. Nessa organização, o termo ecumenismo designa os esforços entre Igrejas com vista a uma reconciliação cristã que aceite a realidade da diversidade das diversas igrejas cristãs.

A Revista Sem Fronteiras (As Grandes Religiões do Mundo, p. 36) descreve o ecumenismo como um movimento que se preocupa com as divisões entre as várias Igrejas Cristãs. E explica: "Trabalha-se para que estas divisões sejam superadas de forma que se possa realizar o desejo de Jesus Cristo: de que todos os seus seguidores estivessem unidos, de assim como Ele e o Pai são um só."

A Igreja Católica incorpora-se oficialmente ao movimento ecumênico a partir de 1960, quando o papa João XXIII criou o Secretariado Romano para a Unidade dos Cristãos. Eles participaram ativamente no assessoramento ao papa e aos bispos durante o Concílio Vaticano II, além de ajudar os padres conciliares na elaboração do decreto Unitatis Redintegratio de 1964. Estabeleceu o diálogo sobre a doutrina com outras igrejas, e assessorou as Conferências Episcopais pelo mundo no tema do ecumenismo. Foi responsável ainda pelos documentos Diretório Ecumênico (1967-1970) e A colaboração Ecumênica em Nível Regional, Nacional e Local (1975). O Papa João Paulo II reafirmou o ecumenismo como essencial para a fé cristã na Encíclica Utunum Sint (“Que todos sejam um”).

Algumas denominações protestantes participam do movimento ecumênico. Outras não só não o aceitam como creem que o ecumenismo cumpre perfeitamente as profecias bíblicas no livro do Apocalipse que prevê o seu líder - o falso profeta - que levará a humanidade a aceitar o Anticristo que está por vir (Apocalipse 13:11-12). Esta visão é compartilhada sobretudo pelos novos movimentos religiosos.

Tipos de Ecumenismo


O ecumenismo tem uma face plural. As iniciativas e o diálogo ecumênico ocorrem em diferentes níveis e entre diferentes atores. Juan Bosch classifica essas iniciativas segundo:

Ecumenismo Espiritual: o ecumenismo espiritual pressupõe que a superação das diferenças humanamente insuperáveis é uma obra de Deus. Requer uma atitude orante e também uma atitude de diálogo que brota da convicção de unidade espiritual entre aqueles que creem em Jesus Cristo. O Concílio Vaticano II afirma que "a oração é a alma do ecumenismo" (UR 8).

Ecumenismo Institucional: é aquele que ocorre ao nível das instituições promotoras do ecumenismo, como o Conselho Mundial de Igrejas e o Pontifício Conselho para a Unidade dos Cristãos.

Ecumenismo Oficial: é aquele que envolve as autoridades eclesiásticas das diversas igrejas.

Ecumenismo Doutrinal: trata-se das iniciativas de diálogo sobre as diversas questões doutrinais que estão na raiz das divergências. Busca-se atingir pontos de convergência no que é o essencial do cristianismo através de encontros, colóquios e diálogos entre as diversas igrejas.

Ecumenismo Local: o ecumenismo local corresponde às iniciativas e ações comuns que ocorrem na base das igrejas.

Ecumenismo Secular: o ecumenismo secular é uma corrente do movimento ecumênico representada por aqueles que, diante do impasse e da lentidão das diversas instituições em realizar a unidade, creem que somente a aplicação do método indutivo – que parte da história concreta em que estamos inseridos e da encarnação como tema central – poderá levar adiante a tarefa ecumênica. Segundo os secularistas, o pensamento e a ação ecumênicas devem estar centradas no mundo secular, no serviço do ser humano. Assim, o ecumenismo secular coloca-se na busca da justiça, da paz, da ecologia e da luta contra a pobreza expressa nas diversas teologias da libertação.

Organismos Ecumênicos


No Brasil

No Brasil e no mundo existem vários organismos de natureza ecumênica. O mais importante, no Brasil, é o Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (CONIC), fundado em novembro de 1982, com sede em Brasília e cujo símbolo é um barco.

Membros: "Igreja Católica Apostólica Romana, Igreja Cristã Reformada, Igreja Episcopal Anglicana do Brasil, Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil, Igreja Presbiteriana Unida do Brasil e Igreja Católica Ortodoxa Siriana do Brasil”.

Existem organismos ecumênicos que atuam em causas comuns, como Koinonia (comunhão) e Diaconia que têm ações de apoio ao movimento popular e às igrejas.

Na América Latina

Na América Latina, existe o Conselho Latino Americano de Igrejas (CLAI), criado provisoriamente em 1978, em Oaxtepec (México), e definitivamente em 1982, em Huampaní (Peru). Com sede em Quito (Equador), reúne hoje 150 diferentes igrejas de todos os países do continente latino-americano. Realizou assembleias gerais em Huampaní (Perú, 1978), Indaiatuba (Brasil, 1989), Concepción (Chile, 1995) e Barranquilla (Colômbia, 2001). A quinta assembleia geral foi realizada em Buenos Aires (Argentina, 2007).

No mundo

No âmbito global, destaca-se o Conselho Mundial de Igrejas (CMI), fundado em Amsterdão (Países Baixos ou Nederland, 1948), contando hoje com 350 igrejas do mundo, com mais de 500 milhões de fieis. Fazem parte dele a maioria das denominações protestantes e das igrejas ortodoxas. A Igreja Católica Romana ainda não é membro pleno, mas está representada por algumas unidades específicas do CMI, como a Comissão de Fé e Ordem, que trata dos assuntos doutrinários. Realizam-se suas assembleias gerais em espaços de sete a oito anos entre elas, tendo a VIII Assembleia Geral sido realizado em Harare (Zimbábue, 1998) e a IX Assembleia Geral em Porto Alegre (Brasil, 2006). O novo Comitê Central, eleito nessa assembleia, elegeu por sua vez como seu moderador, Walter Altmann, Pastor Presidente da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB). Também existe a Comunidade de Taizé.


Os Anti-Ecumênicos


Alguns creem que o atual Movimento Ecumênico é um precursor da religião global do Anticristo, e de acordo com as Escrituras, será liderada pelo Falso Profeta. O texto base para essa teoria está escrito no livro de Apocalipse:
"Vi ainda outra besta emergir da terra; possuía dois chifres, parecendo cordeiro, mas falava como dragão. Exerce toda a autoridade da primeira besta na sua presença. Faz com que a terra e os seus habitantes adorem a primeira besta, cuja ferida mortal fora curada." (Apocalipse 13:11)


Os anti-ecumênicos alegam que essa “segunda besta” será um líder cristão, um falso líder. Aplicam a essa teoria o ponto chave do versículo "possuía dois chifres, parecendo cordeiro". Como Jesus Cristo é o verdadeiro “Cordeiro que tira o pecado do mundo (João 1:29,36)” os anti-ecumênicos acreditam que essa passagem apresenta um falso cordeiro, que será um líder religioso e que será aceito pela maioria das pessoas.

O nome do seminário da Nova Ordem Mundial foi: Possíveis e Prováveis Eventos no Futuro, e ocorreu no Escritório de Boston da Casa da Teosofia em 18/08/91. Durante sua exposição no seminário, Bill Lambert explicou muitos aspectos importantes e reveladores do Plano da Nova Ordem Mundial para criar o Anticristo e o Falso Profeta. Lambert revelou que a pessoa que tinha sido selecionada para preencher essa posição de liderança religiosa, e não era ninguém menos que o papa da Igreja Católica Romana! Veja a explicação de Lambert:
“No momento apropriado na história, o papa visitará o setor judeu/cristão/muçulmano de Jerusalém para anunciar que todas as religiões devem ser combinadas em uma só. As energias querem fluir da Hierarquia para a terra para produzir a manifestação física do Cristo; mas, tal fluxo somente pode ocorrer quando a humanidade elevar sua consciência coletiva para serem receptores adequadamente despertados" (Pg 617-18, Externalization of the Hierachy, parafraseado pelo Sr. Lambert).


O bispo episcopal Swing que afirmou que essa Iniciativa das Religiões Unidas produziria a “paz” no nosso mundo. Isso deve chamar a atenção de qualquer cristão que conheça as profecias Bíblicas, pois o apóstolo Paulo disse que o reino do Anticristo viria entre proclamações de “paz e segurança”. I Tessalonicenses 5:1-2.

“David Cooperrider, um professor na escola de administração da Case Western Reserve University e consultor para o projeto das Religiões Unidas, imaginou tanto “um local institucional para discussões do bem global” e uma “estrutura similar a uma rede” para projetos, associação de membros, e reuniões em todo o mundo. Embora Cooperrider estude e ofereça consultoria para 75 organizações globais, incluindo “Save the Children” e “Nature Conservancy”, a Iniciativa das Religiões Unidas o inspirou como nenhuma outra. Ele descreveu de “momento extraordinário” a reunião desta semana. A iniciativa arrecadou $2.1 milhões em dinheiro e compromissos de contribuição futura. A conferência custou quase $400.000, com bolsas de viagem oferecidas a aproximadamente 35 delegados. Nos próximos 18 meses, as conferências regionais estão planejadas para Johannesburg, África do Sul; Cairo, Egito; e Delhi, Índia.

Os 200 delegados definiram mais de 20 grupos que trabalharão para responder perguntas sobre a localização, patrocínio financeiro e organização das Religiões Unidas. Como os corpos constituintes dentro das Religiões Unidas se relacionam um com o outro e como as Religiões Unidas colaborarão com outras organizações inter-fé e globais? Eles devem lutar com os problemas da população? A necessidade de solução dos conflitos entre grupos religiosos em áreas regionais? A erradicação da pobreza?”


Nessa menção da necessidade de “solucionar os conflitos” a promessa que a futura religião global, que será o “equivalente espiritual das Nações Unidas”, será o único modo de atingir “segurança” no mundo? Se for, então esse projeto das Religiões Unidas cumprirá a segunda parte da advertência de Paulo em I Tessalonicenses 5:1-2, que o desastre do Período da Tribulação somente virá quando as pessoas receberem a certeza que o mundo finalmente alcançou “paz e segurança”.

Participaram da conferência como delegados:
1 – Cristãos — Católicos e episcopais são os únicos grupos especificamente mencionados;
2 – Muçulmanos;
3 – Rede Norte-Americana Interfé (NAIN);
4 – Budistas;
5 – Hindus;
6 – Judeus;
7 – Sikhs.

Quem representa as Religiões Unidas?
1) Religiões antigas;
2) Fé B'nai B'rith;
3) Budismo;
4) Cristianismo;
5) Religiões orientais;
6) Hinduismo;
7) Islamismo;
8) Judaísmo;
9) Religiões de magia;
10) Panteísmo;
11) Sikh;
12) Taoísmo;
13) Religião de Zoroastro.


Conclusão


O termo ecumênico está relacionado diretamente à Igreja Católica Romana, pois foi ela que começou com esse movimento. Através do ecumenismo a Igreja Católica Romana quer que todos se unam a verdadeira igreja. Que para eles é a igreja romana. Como a expressão foi criada pelos católicos, a palavra ecumenismo acaba trazendo um peso negativo. É melhor falar em cooperação entre igrejas evangélicas do que em ecumenismo. Um exemplo prático é a palavra Eucaristia que por causa dos católicos os evangélicos não usam pois tem um sentido negativo. William Carey usava a palavra cooperação e não a palavra ecumenismo.

Os líderes do movimento ecumênico são pessoas dispostas a dialogar e a receber influências da Igreja Romana. O atual secretário geral do CMI é Samuel Kobia, metodista do Quênia, e o Moderador do Comitê Central é Walter Altmann, Igreja Luterana do Brasil, eleito após a IX Assembleia Geral, realizada em Porto Alegre, Brasil, em fevereiro de 2006.

Como o termo ecumênico provém do grego o conceito é lindo. Porém a prática atual é podre e corrompida. Biblicamente falando é impossível unir todas as igrejas. Qualquer igreja séria será contra o ecumenismo. Uma igreja que apoia o ecumenismo tenta fazer na terra uma coisa que só Deus pode fazer no céu. Sobre os anti-ecumênicos que dizem ser um ato apocalíptico, a Segunda Besta tentará realmente unificar a religião na terra.

A união é o ideal, mas infelizmente o coração humano tem tendência para divergir e cada um quer impor seu ponto de vista. A única igreja que consegue uma certa “união de ideias” é a Igreja Católica Romana, mas eles impõe isso pela força e por ameaças. Por amor é praticamente impossível chegarmos nesse conceito de união ecumênico. A união de ideias é tão bonita quanto a ideia de um mundo sem fome, sem violência, sem poluição, sem drogas, etc. As pessoas sabem o que é certo, mas a violência só aumenta, assim como a fome, a miséria, o consumo de drogas, etc. Se a nossa esperança em Cristo se limita apenas a esta vida, somos os mais infelizes de todos os homens. “Se esperamos em Cristo só nesta vida, somos os mais miseráveis de todos os homens.” ( I Coríntios 15:19). O coração humano não será mudado nesse mundo.

Podemos buscar a união, mas essa união sempre será limitada, porque nós somos limitados. Nós nos unimos por um tempo mas logo surge algum problema. Mas o surgimento dos problemas não pode servir de desculpa para não buscarmos a união. Só não podemos alimentar ilusões sobre essa união. Qualquer união terá muitas dificuldades para se manter. Não buscar uma união é ser como uma pessoa que não toma banho porque depois vai se sujar. Isso não é desculpa para permanecer sujo. Se eu me sujar eu tomo outro banho. Um dia nós seremos transformados. “Eis aqui vos digo um mistério: Na verdade, nem todos dormiremos, mas todos seremos transformados; um momento, num abrir e fechar de olhos, ante a última trombeta; porque a trombeta soará, e os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados”. (I Coríntios 15:51,52).

SOU CONTRA O MOVIMENTO ECUMENISTA, MAS A FAVOR DA COOPERAÇÃO DAS IGREJAS EVANGÉLICAS QUE MANTÉM O CREDO CRISTÃO.



Bibliografia:
Bosch, J. Ecumenismo. Em: Dicionário de Conceitos Fundamentais do Cristianismo. São Paulo: Editora Paulus, 1999. ISBN 85-349-1298-X
Souza, Paulo José Lopes de. Em: conselho pastoral. Mogi das Cruzes: IAB, 2009.

http://www.luteranos.com.br/ecumenismo.html
http://www.espada.eti.br/n1094.asp
http://pt.wikipedia.org/wiki/Ecumenismo





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2 comentários:

Bianco Garniz disse...

Fala garoto, te indiquei em um desafio no link http://www.comofazerweb.com/2009/09/10-coisas-para-se-odiar.html
Grande abraço e sucesso!

yoshihiro okabe disse...

Ser ecumenico e importante,e se faz necessario.E superar barreiras,preconceitos,e ultrapassar quebrar esteriotipos.O ecumenismo,nos leva aceitar o outro,respeitar o que pensa,apesar das diferencas.Ser ecumenico,e nao querer ser o dono da verdade.Mas,trabalhar,seu interior nao deixando que a arrogancia,o egocentrismo tome conta,de si.Deixando-o ser dominado,por eles.

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