domingo, 26 de abril de 2009

Aprendiz Universitário 6 Segunda Prova

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Aprendiz Universitário 6

Segunda Prova


Aprendiz Universitário 6 Segunda ProvaO Aprendiz Universitário 6 está eletrizante, e mostrando a cada episódio quem é o mais qualificado, e quem é o menos indicado para a vaga de um milhão de reais. Roberto Justos no Aprendiz Universitário 6 não dá mole para ninguém, e qualquer deslize poder ser o motivo para a demissão dos Universitários.

Relembrando o primeiro episódio:
Houve uma divisão em dois grupos: Best e Maxxi. A missão inicial dos universitários foi de criar uma campanha para Doritos Lovers, produto da Elma Chips voltado ao público jovem. Roberto Justos atribuiu a demissão de Guilherme a seu baixo rendimento na tarefa e sua pouca capacidade de se defender, perante uma situação de risco, como a sala de reunião que enfrentou. Assim fechou a primeira prova do Aprendiz Universitário 6.


Stephanie e Taila retornam ao hotel, pondo fim à expectativa e tensão dos colegas, que as esperavam na sala de convivência. Muitos abraços e choro. Taila explica como foi a demissão do ex-companheiro Guilherme, enquanto a líder do grupo Maxxi comemora sua permanência.

No dia seguinte, a secretária de Roberto Justus deixa uma mensagem, às 10h12, alertando os candidatos de que o apresentador os aguardará no II Comando Militar do Sudeste, onde operam as grandes autoridades militares do Estado de São Paulo. Embora não seja inédita (a primeira prova com o Exército Brasileiro foi realizada na 5ª edição do programa), Roberto Justus acredita que esta tarefa tenha muita similaridade com o mundo dos negócios.

Na segunta tarefa do Aprendiz Universitário 6 os aprendizes tiveram que enfrentar o vento, terra e muito mato, na segunda prova do Aprendiz Universitário 6 que foi repassada aos grupos.

Roberto Justus acredita que por meio desta prova, que os estudantes poderão provar que são universitários diferenciados e que podem agir e desempenhar como candidatos formados e experientes. Além disso, o empresário Roberto Justus pensa que a batalha na prova do Aprendiz Universitário 6 com o Exército Brasileiro assemelha-se também com o mercado competitivo e difícil que os aprendizes enfrentarão do lado de fora do reality show.

Rodrigo foi o líder, pela equipe Maxxi. E Ana Paula comandou os trabalhos na vencedora equipe Best do Aprendiz Universitário 6. Cada um recebeu um smartphone - todos os aprendizes receberão o aparelho para ficarem totalmente conectados. Rapidamente, os candidatos se encaminham até os helicópteros e voam para Salesópolis, no interior de São Paulo, onde enfrentarão, talvez, um dos desafios mais complexos de suas vidas.

Animados, eles partem para a prova cantando gritos de guerra. Mas ao chegarem ao seu destino, percebem que tudo está longe de ser uma grande brincadeira - como o próprio Tenente Coronel Mateus faz questão de salientar, logo no primeiro contato com os candidatos. Os grupos estarão juntos de uma tropa especializada para combate e para a guerra. "Aqui, é sim senhor e não senhor", brada o comandante.

Os candidatos recebem fardamentos e instrumentos e têm 35 minutos para estarem de volta e prontos para mais esta missão. E já no momento da apresentação, o tenente coronel chama a atenção de Ana Paula, dizendo que seu grupo foi "abandonado" por ela. Ele grita e pede respeito e disciplina à hierarquia para a líder da equipe Best. Ela afirma que queria muito ser a líder da prova do exército, e que mesmo diante dos percalços que deverá encontrar, vai resistir à pressão.


Primeira missão: Prova de Tiros


Cada integrante deverá acertar os balões com as cores correspondentes à sua equipe. Cada um terá direito a três disparos. Como a equipe Best tem um integrante a mais, Ana Paula escolhe Raissa para ficar de fora desta prova.

Rebeca foi a única integrante a acertar dois tiros, quando a prova já se encaminhava para o final. Mas, em um deles, acertou um balão que correspondia à cor da equipe Maxxi. O tenente coronel chama sua atenção, e a estudante sai nervosa e preocupada com o resultado. "O principal objetivo desta tarefa é você aguentar a pressão. O mais importante é ouvir as recomendações e ficar calada", conta a goiana.

É a vez de Carla. Nervosa, diz que não consegue atirar. Carla diz que imaginava que tudo isso aconteceria. "Eu esperava essa pressão, essa cobrança", desabafa. "Sem nem tentar, o sujeito já fala que não consegue. Esta é uma frase que ninguém pode dizer, em momento algum, nem num primeiro instante. Ninguém, em lugar nenhum! Somente os derrotados", recomenda o exaltado coronel.


Segunda missão: Organização


Os grupos se deslocam para aguardarem a próxima instrução. O soldado dá 10 segundos para os grupos se sentarem em uma arquibancada e se posicionarem atrás de seus líderes. Alguns membros da equipe Best não se entendem, não prestam atenção nas palavras do comandante, e forçam Ana Paula a gritar. Alguns reclamam que não entenderam a orientação, e ela confessa que alguns colegas não estão respondendo como deveriam. Carla disse que entende a dificuldade da líder por já ter passado por esta situação, mas que ela precisa se conter em alguns momentos.


Terceira missão: Encontrar Kits de Animentos


As equipes recebem instruções sobre como carregar soldados feridos, caminhar em mata fechada e construir uma jangada. Assim, precisam encontrar cinco kits de alimentos escondidos no meio do mato. Com o auxílio de uma bússola, a equipe Best começa as buscas orientadas por um soldado, que pressiona os candidatos o tempo todo. Com a equipe Maxxi, o mesmo acontece. "Muito bate-papo e pouca execução", diz o comandante da ação ao xerife Rodrigo. Embora a orientação fosse que os materiais encontrados não poderiam ser consumidos, a líder Ana Paula assume que consumiu parte deles. Álvaro desabafa e diz que esperava mais firmeza de Ana, no momento da tarefa. Enquanto isso, a equipe Maxxi cumpre sua missão no Aprendiz Universitário 6.


Quarta missão: Cabo de Guerra


A noite chega, e os candidatos se preparam para a prova do cabo de guerra, que será decidido em três fases. Mais uma vez, Ana escolhe deixar Raissa de fora, por ter uma integrante a mais no grupo. A equipe Best vence a primeira batalha do Aprendiz Universitário 6, com alguma facilidade. E a segunda também. Para João Granja, "a inteligência pode superar a força física do grupo desafiante".

Quase 23 horas, e as equipes seguem para seus acampamentos, onde precisam armar suas barracas e preparar a ração. Stephanie quase coloca fogo nos pacotes de comida, enquanto Rodrigo é orientado para não deixar esta função nas mãos dela. A equipe Maxxi "degusta" a refeição.

Enquanto isso, Raissa se perde nas tarefas do lado Best. Segundo Ana, Raissa tem temperamento forte, pode responder aos soldados, e por esta razão, deixou-a de fora das provas. Mas a cearense não parece muito contente com as decisões tomadas pela líder, embora reconheça que foi difícil para ela não responder às provocações. Os comandantes continuam colocando toda pressão sob os estudantes. Já passava da meia-noite quando ocorreu o toque de recolher e a autorização de descanso para os aprendizes.

Mas, no meio da noite, Taila (Maxxi) e Pedro (Best) foram capturados pelos militares. A paranaense pede permissão para questionar o soldado do motivo do "rapto". Ele responde alertando que ela não pode questioná-lo e que deveria seguir respeitando as ordens.

Passava das 5 da manhã quando os grupos foram acordados por uma salva de tiros. Os líderes são avisados que terão 40 minutos para a primeira refeição do dia, recolhimento de barracas e materiais e apresentação no quartel para um novo dia de atividades. Soldados gritam para os participantes, alertando-os que o tempo está se esgotando. Mas apenas Rodrigo e seu grupo percebem a falta de Taila, que ocorreu em 10 minutos para a percepção. A equipe Maxxi então é orientado para organizar seu grupo resgatar a "refém".

Somente após 30 minutos depois de serem acordados, os membros do grupo Best percebem com muito custo (ao ponto de perceber a falta da mochila) que Pedro também não está entre eles. A esta altura, Maxxi já está organizada e empenhada em sua busca por Taila. Quando questionada sobre alguma mudança ou diferença no grupo, Ana alega que uma mochila era o que faltava ao grupo.


Quinta missão: Resgate


E começa a principal missão: resgatar o membro do grupo que foi capturado, durante a madrugada. Num primeiro momento, eles precisam montar uma jangada e atravessar o rio, em busca do integrante que falta. A equipe Maxxi está prestes a chegar à outra margem, enquanto o grupo Best atrapalha-se na montagem e perde muito tempo. Eles não cumprem a prova do Aprendiz Universitário 6 e não conseguem atravessar o rio.

Já a equipe Maxxi prossegue em sua missão de resgate, e no meio da comemoração, é interrompida pelo tenente, que alerta que "ainda não acabou". Eles agora precisam carregar um soldado ferido até uma cabana. Mesmo pressionados, eles cumprem mais esta tarefa.

A mesma missão é passada para a equipe Best, algum tempo depois. Rapidamente, eles improvisam uma maca e carregam o soldado "ferido". Mas caminham com certa lentidão, embora tenham cumprido esta tarefa.

Maxxi consegue rapidamente resgatar Taila, que se encontrava numa barraca, no meio da mata fechada. Ela é retirada do local pelos colegas, que comemoram seu retorno ao grupo. O mesmo acontece com Pedro e sua equipe Best, algum tempo depois.

Os soldados aprendizes fazem um último voo de helicóptero com destino a São Paulo, onde finalmente saberão o resultado final deste desafio do Aprendiz Universitário 6. Cansados e desgastados, eles aguardam o resultado, que chega nas mãos de Roberto Justus, que os visita próximo ao local onde as difíceis tarefas foram realizadas. Claudio Forner e Walter Longo acompanham o executivo, no anúncio do resultado da tarefa para as equipes.

Roberto Justus agradece a todo o Exército Brasileiro, pela colaboração na tarefa. E avisa que os dois grupos tiveram uma atuação bastante equilibrada. O tenente coronel Mateus admite que ficou bastante preocupado no início, mas com o desenrolar das atividades, acabou ficando orgulhoso do desempenho dos aprendizes.

Aprendiz Universitário 6 Segunda ProvaA Equipe Maxxi acabou vencendo as provas, por uma diferença de apenas 10 pontos. Todos comemoram muito, após o anúncio. Os vencedores foram para Aruba, no Caribe. Segundo Roberto Justus, Aruba é um lugar lindíssimo, com um mar deslumbrante. A viagem foi planejada pelo governo de Aruba, e os aprendizes são os convidados do estado maior. No mesmo dia das provas exaustivas pelas quais passou, o grupo partiu para Miami e, de lá, pegou uma conexão para a América Central. Tudo de primeira classe.

Porém, como na primeira tarefa, Rodrigo terá de escolher um dos participantes para ficar no hotel e não viajar com o grupo. Aflito, Rodrigo diz que não tem nenhuma condição de indicar nenhum participante, pois após o trauma coletivo da primeira tarefa, todos se uniram, tiveram força e perseverança. Por este motivo, ele mesmo ficará no hotel. Justus elogia muito a atitude do participante, e o convida para ir a um spa, onde a equipe Best - mesmo derrotada -, descansará do estresse e da pressão sofrida na última prova.

Sem o líder, o grupo Maxxi embarca para uma viagem de sonho , onde curtem as belezas naturais do local e até andam de submarino. Rodrigo deixa uma carta para os integrantes, lida por Rafael. Todos se emocionam e mandam fotos para Rodrigo pelo celular, em agradecimento às suas palavras de carinho à equipe. Em São Paulo, o grupo derrotado passa um dia num spa, relaxando e descansando para enfrentar sua primeira sala de reunião.


Sala de Reunião - Debate Aprendiz Universitário 6


Aprendiz Universitário 6 Segunda ProvaJá no início dos debates, Roberto Justus pergunta o que deu errado. Ana Paula toma a palavra e diz que todos se esforçaram muito e que ela tem certeza que a tarefa foi extremamente equilibrada, pois a equipe Best só perdeu a tarefa por 10 pontos, na contagem geral. O apresentador argumenta que fazer a jangada foi a missão crucial que o grupo não conseguiu cumprir - justamente a tarefa que exigia inteligência, habilidade e raciocínio -, ao contrário da força física exibida pela equipe no Cabo de Guerra. E esta era a missão mais importante: construir a jangada para resgatar Pedro.

Roberto Justus insiste que esta era a única prova que exigia raciocínio estratégico na montagem da embarcação, e o grupo falhou. Levaram 30 minutos para reconhecer que Pedro estava sumido. A equipe Maxxi demorou apenas 9 minutos. Roberto Justus disse ao tenente que deveria ter deixado o grupo sozinho, do outro lado do rio. Ana Paula disse que resgataria Pedro mesmo que nadando.

Aprendiz Universitário 6 Segunda ProvaWalter Longo também faz suas observações. Mariana reafirma que foi uma forma de superação. Mas Roberto Justus disse que isso não foi suficiente. Carla inicia o debate, dizendo que Álvaro tomou a frente da líder em muitos momentos e se destacou na prova. Também citou Raissa, por ter superado a pressão. Ana Paula interfere, dizendo que as decisões foram dela. Lucas afirma que Carla não correspondia às ordens da Ana Paula, por não estar focada. Carla rebate, dizendo que algumas ordens só foram ouvidas pela líder - e ela não soube passar as orientações.

Rebeca coloca que Carla foi negativa, no momento do tiro. Carla se defende, dizendo que a arma era maior que o alcance de seu braço. Álvaro destaca Rutênio, pelo equilíbrio, e Rebeca. Roberto Justus interrompe, dizendo que Rutênio dormiu durante o treinamento, e foi considerado apático pelo comandante. Achou impertinente o modo como Carla questionou a líder. Raissa disse não ser a pior em hipótese alguma, e também questionou a postura de Carla, durante o treinamento. Rutênio se defende, e disse agir na hora em que foi preciso. Roberto Justus argumenta com fotos de Rutênio dormindo. Ele também colocou Carla como a pior do grupo. Pedro destacou o trabalho de Mariana, e sua concentração nas tarefas. E Carla pede que ele coloque mais um argumento. Mariana elege Lucas o melhor, e Carla a pior pela falta de proatividade.

Carla se mostrou surpresa com o argumento dos colegas. Na opinião do exército, Carla também foi fraca. Como houve unanimidade, Roberto Justus demite Carla, sem tirar os colegas da sala. Ela chora compulsivamente. Lucas consola a colega, e Roberto Justus deseja boa sorte. A aprendiz demitida não consegue segurar a emoção ao vivo e sai desolada, amparada pelos colegas.

Roberto Justus conversa com os conselheiros, sobre a situação inédita vivida. Ele acredita que houve uma combinação, que todos se safariam depois. Sua decisão pôs um fim a essa sensação. Walter Longo indica Rutênio, pela apatia demonstrada. Forner considerou que Raissa comprometeu o desempenho da equipe. Ana, Rutênio e Raissa retornam à sala.

A líder é questionada sobre quem deve deixar o programa. Ela argumenta que Raissa não controla suas respostas e emoções. A cearense argumenta que não demonstrou arrogância frente aos superiores do exército e que não foi insubordinada. Roberto Justus rebate que o comandante citou justamente estes aspectos no relatório. Ela tenta se defender, enrola-se um pouco para responder e diz que todos se esforçaram, e que ela não tem quem indicar para sair. Reconhece sua impulsividade.

Rutênio foi considerado "sem foco". Ele afirma que estava orando, e não dormindo. Disse que deu o máximo dele em todas as tarefas. Ele disse que Carla iria colocá-lo novamente na berlinda, se ainda estivesse no programa, e que isso era pessoal. Ana Paula não concordou.

Eles começam um debate sobre impulsividade, e sobre a postura de Raissa e suas expressões durante a prova. Roberto Justus afirma que, embora contestada, a liderança de Ana foi suficiente para mantê-la no programa. E opta por demitir Raissa do programa.

Já no caminho de casa, Carla ainda chora inconformada. Raissa, por sua vez, continua firme, e diz que quer morar em São Paulo, para conquistar tudo o que deseja.

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